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A vacinação contra a gripe suína está aumentando os casos de conjuntivite neste inverno. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a doença cresceu 15% nos últimos dois meses, em comparação ao mesmo período de 2009. Seis em cada 10 pacientes atendidos pelo médico relataram que já estavam vacinados contra a gripe suína e não precisavam manter a "neura" de higienizar as mãos com tanta freqüência. "É um engano porque a imunização contra a doença não evita a contaminação dos olhos", afirma. Isso porque, a gripe suína resulta de um rearranjo de quatro cepas do vírus influenza, enquanto a conjuntivite pode ser transmitida tanto por adenovírus como por baterias. No inverno a contaminação por vírus é mais comum porque o frio cria um ambiente perfeito para a proliferação de diversos tipos de vírus, explica. Ler mais
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Sábado, 12 de junho é dia de vacinação contra paralisia infantil Vacinação será em duas doses. Equipes de saúde aproveitarão oportunidade para atualizar cartão de vacinação Todas as crianças menores de cinco anos deverão se vacinar contra paralisia infantil (poliomielite) neste sábado, dia 12. Os pais deverão levar seus filhos a um dos 115 mil postos espalhados por todo o país para a primeira dose. A segunda dose será aplicada dia 14 de agosto. A vacina é oral, e mesmo quem já tomou antes deve participar. Ler mais
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Anticorpo produzido pela vacina pode enganar o primeiro exame, mas contraprova elimina o erro

Pessoas que foram vacinadas contra a gripe suína podem obter um resultado positivo falso num exame para aids, caso façam o teste de HIV menos de 30 dias após terem recebido a dose. A constatação levou o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde a encaminhar uma nota técnica aos profissionais de saúde alertando para a necessidade de se fazer contraprova do exame.

Vacinação contra gripe H1N1 é ampliada para crianças menores de 5 anos

De acordo com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o "falso positivo" para aids ocorreu em um número reduzido de pessoas. "As pessoas que se vacinaram e tiverem de fazer o exame devem aguardar 30 dias. Caso seja uma questão de urgência, como as grávidas, devem avisar que foram vacinadas e, caso o resultado dê positivo, devem fazer a contraprova", explicou o ministro. "Isso acontece num número pequeno de pessoas", afirmou.

Em nota à imprensa, o departamento de DST/AIDS explicou que a alteração no resultado se dá pelo aumento do nível de anticorpos após a vacina. O exame comum de HIV (Elisa) acaba confundindo este aumento com a situação de um soropositivo, mas o mesmo não ocorre com a contraprova feita através do exame Western Blot. "O Elisa é um exame muito sensível, que detecta muitos tipos de infecção. Já o Western Blot é mais preciso", explicou o infectologista Edmilson Migowski, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo o infectologista, as vacinas contra a gripe comum também provocam este tipo de resultado, nestas condições. "Isto vem escrito, inclusive, na bula". De acordo com Migowski, o prazo ideal para que o sistema imunológico não acuse o "falso positivo" é de 3 meses. Segundo a assessoria de imprensa do departamento, nenhum paciente chegou a receber o resultado positivo por engano, uma vez que sempre que há um primeiro laudo que confirme o soropositivo, o material é submetido ao exame Western Blot antes da comunicação ao pacientes.

A nota técnica recomendando a contraprova aos pacientes que se submeteram a vacina em menos de 30 dias foi enviada a profissionais de saúde de todo o País, no dia 6 deste mês. Segundo a assessoria de imprensa, a medida foi tomada depois que uma publicação estrangeira alertou para o fato. O Ministério da Saúde reiterou a importância de que os grupos prioritários tomem a vacina contra H1N1.

 Fonte: Portal Estadão. Jornalista: Gabriela Moreira

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Crianças de 2 a menores de 5 anos devem se vacinar contra gripe H1N1


Vacinação de outros grupos, incluído idosos, também continua até 2 de junho nos municípios que não atingiram a meta de imunizar 80% do público alvo


Agora as crianças de dois anos a menores de cinco anos devem se vacinar contra a gripe H1N1. A partir da próxima segunda, dia 24, os pais já podem levar os filhos para um dos 36 mil postos de saúde em todo país. O prazo termina no dia 2 de junho.

A vacina é tomada em duas meias doses. Uma agora e outra 21 dias depois da primeira. Portanto, os pais devem ficar atentos, pois as crianças terão que ir duas vezes ao posto de saúde.

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou hoje a inclusão deste novo grupo na campanha de vacinação contra a gripe H1N1. Depois daqueles grupos que já foram vacinados, as crianças entre 2 a 5 anos incompletos é o grupo mais vulnerável.

Outros grupos – A campanha de vacinação para pessoas de 30 a 39 anos e gestantes ainda continua até 2 de junho. O Ministério recomenda que os municípios vacinem os grupos que ainda não atingiram a meta de 80% (doentes crônicos e adultos de 20 a 29 anos). Isso vale também para a vacina contra a gripe comum destinada aos idosos.

A campanha até agora imunizou 61 milhões de pessoas, o que corresponde a 70% do público que é considerado de risco para a gripe. A vacinação da gripe H1N1 praticamente atingiu, em apenas dois meses, a cobertura da maior campanha de vacinação realizada até então no Brasil, contra a rubéola (2008), que teve duração de seis meses.


Além da gripe H1N1, o Ministério da Saúde também promove a campanha de vacinação contra a gripe comum em pessoas acima de 60 anos nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. Para os idosos com doença crônica, as duas vacinas são tomadas em conjunto, uma em cada braço. O prazo da vacinação contra gripe comum termina 21 de maio, mas o Ministério recomendou a prorrogação até 2 de junho aos municípios que necessitem.
 

Fonte : Ministério da Saúde

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Vacinação de 30 a 39 anos contra gripe H1N1 vai até 21 de maio


Cerca de 30 milhões de pessoas fazem parte do grupo que encerra a campanha nesta quinta etapa. Elas devem procurar um dos 36 mil postos do país até 21 de maio

Nesta segunda-feira (10 de maio), começa a quinta e última etapa da estratégia de vacinação contra a gripe H1N1. Todos os adultos entre 30 e 39 anos devem se imunizar contra a doença até 21 de maio. A meta é imunizar, pelo menos, 24 milhões de adultos, o que representa 80% do público-alvo estimado em 30 milhões.

Até o momento, 50 milhões de brasileiros estão imunizados contra o vírus H1N1. Os profissionais de saúde e as crianças menores de 2 anos já superaram a meta e vacinaram 100% do público-alvo. Nos demais grupos, o Ministério da Saúde contabilizada 76% dos portadores de doenças crônicas (15 milhões), 64,5% das gestantes (1,9 milhão) e 71,7% de adultos de 20 a 29 anos (25,2 milhões). O Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios que ainda não atingiram as metas montem estratégias para vacinar os públicos alvos cuja cobertura não atingiu os 80% preconizados.

A ampliação da estratégia para os adultos de 30 a 39 anos, anunciada em fevereiro, considerou o grupo com maior número de hospitalizações e mortes depois daqueles priorizados nas etapas anteriormente definidas.

As gestantes que ainda não se vacinaram também podem procurar os postos de vacinação. Além dos responsáveis por crianças entre 6 meses e menores de 2 anos devem ficar atentos para aplicar a segunda meia dose da vacina, feita trinta dias depois de tomada a primeira.

GRIPE COMUM – Além da atual etapa, está em curso nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste a 12ª edição da Campanha de Vacinação do Idoso. Esta etapa, que começou mais tarde nessas regiões devido ao atraso na entrega das vacinas pelo Instituto Butantan, já vacinou mais de 5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Somente nessas três regiões, 3 milhões de idosos procuram o posto de vacinação.

É importante lembrar que os idosos portadores de doenças crônicas também serão imunizados contra a gripe H1N1. Ou seja, recebem a dose contra gripe comum em um braço e contra a H1N1 em outro.

INTERNAÇÕES – Em 2010, foram registradas 361 internações da gripe H1N1, até o dia 3 de abril. Desse total, um em cada cinco casos esteve relacionado à gestação. Em relação às mortes, um total de 50, as mulheres correspondem a 76% do total e as gestantes 32%.

No ano passado, de 2.051 óbitos registrados, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas (189 morreram, ao todo), a letalidade entre os casos graves foi 50% maior que na população geral. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416, no total). As crianças menores de dois anos tiveram a maior taxa de incidência de complicações no ano passado (154 casos por 100 mil habitantes). E, finalmente, os adultos entre 30 e 39 anos, que representam a maior parcela de mortes – 22% do total.

Fonte: Ministério da Saúde

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Vacinação de grávidas está abaixo do esperado

A fase da vacinação contra a gripe A/H1N1 destinada às gestantes termina neste sábado e até agora somente 58,37% do total de grávidas se imunizaram, o que corresponde a 4.535 mulheres. A campanha destinada a este público começou no dia 22 de março, desde então, a Secretaria da Saúde avalia a adesão como insatisfatória, tendo em vista a meta de imunizar 80% ou 6.215 mulheres grávidas em Sorocaba.

Estamos orientando profissionais ligados a programas da saúde da mulher e obstetras para indicar e reforçar a importância da vacinação. Como já estamos chamando desde março, já era para ter uma cobertura melhor, explicou Consuelo Matiello, diretora da Vigilância em Saúde.

Consuelo também destaca que termina nesta sexta-feira o período de vacinação destinado aos adultos de 20 a 29 anos. Conforme levantamento da Secretaria da Saúde divulgado na última semana, 53,56% da população desta faixa etária já foi imunizada. Crianças de seis meses a dois anos também devem se vacinar até esta sexta, já que ainda não se sabe se as unidades de saúde ficarão abertas no sábado, como forma de facilitar o acesso à população.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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População de 20 a 29 anos poderá ser imunizada até 23 de abril. Para Ministério, jovens saudáveis são público difícil de alcançar. Ler mais
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Vacinação Contra Influenza H1N1 (Gripe Suína)

 Vacina - informações importantes sobre a vacina



O Ministério da Saúde adquiriu as doses da vacina contra a Influenza H1N1 de três laboratórios: Glaxo Smith Kline (GSK), SANOFI Pasteur (em parceria com o Instituto Butantan) e Novartis, que são fornecedores de vacinas para todos os países. Estes laboratórios já tinham experiência com a produção da vacina contra os vírus de Influenza sazonal (vacina administrada anualmente nos idosos no Brasil), e investiram em tecnologia num processo de preparação para a produção de uma vacina para a prevenção do vírus pandêmico (H1N1).

A vacina é segura e já está em uso em outros países, não tendo sido observada uma relação entre o uso da vacina e a ocorrência de eventos adversos graves. A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a Influenza pandêmica e até o final de novembro foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas. A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha à vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.

A vacina registra uma efetividade média maior que 95%. A resposta máxima de anticorpos se observa entre o 14º e o 21º dia após a vacinação. No Brasil, está sendo utilizada a vacina injetável, administrada por via intramuscular, ou seja, com a introdução da solução dentro do tecido muscular. O Ministério da Saúde orienta que a população busque a vacina em lugares seguros e faça denúncias em caso dúvidas de sua procedência, distribuição e uso. 

Explicação da estratégia de vacinação - Grupos prioritários 



O objetivo da vacinação contra a Influenza H1N1 é proteger grupos com maior risco de desenvolver doença grave ou evoluir para morte durante uma possível segunda onda da pandemia. Além disso, o Ministério da Saúde pretende garantir o funcionamento dos serviços para atendimento ininterrupto dos casos suspeitos ou confirmados da Influenza H1N1, por meio da vacinação dos trabalhadores da Saúde.

Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus pandêmico (H1N1) 2009 não se apresentou mais violento ou mortal, na população geral. A maioria absoluta das pessoas que adoece, seja pela gripe comum, seja pela gripe pandêmica, desenvolvem formas leves da doença e se recuperam, mesmo sem uso de medicamentos. Para ambas as gripes, pessoas com doenças crônica, gestantes e crianças menores de dois anos são mais vulneráveis. 

Mas quando se considera a população jovem previamente saudável, este vírus pandêmico tem um maior potencial de causar doença grave, quando comparado com o vírus da gripe comum. Por outro lado, o vírus pandêmico tem acometido menos as pessoas maiores de 60 anos. Mas ainda são necessários estudos mais aprofundados que estão sendo realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus. 

Estas evidências ajudaram a definir os grupos prioritários que deverão ser vacinados: população indígena aldeada, gestantes, portadores de doenças crônicas, crianças maiores de seis meses e menores de dois anos de idade e a população de 20 a 39 anos. A vacinação em massa para a contenção da pandemia não é o foco da estratégia estabelecida para o enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Por um motivo simples, esta contenção não é mais possível em todo o mundo.

Os objetivos primordiais da campanha de vacinação são: proteger os trabalhadores da Saúde, de modo a manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia, e para alguns grupos selecionados reduzir o risco associado à pandemia de influenza de desenvolver doença grave e morrer. No Brasil e em outros países, esses grupos foram evidenciados como os de maior risco de apresentarem complicações graves e mortes por infecção pelo vírus Influenza H1N1. 

As grávidas são consideradas como grupo de risco para a Influenza pandêmica H1N1 porque, durante a pandemia, dentre as mulheres em idade fértil que apresentaram a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em decorrência da Influenza H1N1, 22% eram gestantes. A vacinação será realizada a partir do dia 22 de março e enquanto durar a vacinação (até 21 de maio), ou seja, serão sete semanas para mobilização da mulher grávida a buscar a sala de vacinação dos serviços de Saúde. Depois desse período, as mulheres que engravidarem poderão se vacinar.

Como será utilizada a vacina que não contém o adjuvante - substância imuno-estimulante que entra na composição de uma vacina - mulheres em qualquer idade gestacional poderão ser imunizadas. A vacina que contém o adjuvante só poderia ser administrada a partir do 2º trimestre da gravidez. O Ministério da Saúde optou por vacinar a gestante somente com a vacina sem adjuvante por dois motivos: não atrapalhar a operacionalização da vacinação e evitar que qualquer intercorrência na gestação de mulher inadvertidamente vacinada antes do 2º trimestre da gravidez viesse a ser atribuída à vacina. 

Não há risco em vacinar grávidas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com os padrões de segurança declarados pelos laboratórios produtores, a vacina contra o vírus Influenza A H1N1 é segura para a gestante. Não há evidências de que a vacina possa causar dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva, ou, também, sobre a ocorrência de aborto provocado pela vacina nos países em que esta foi administrada para o enfrentamento da pandemia.

A vacinação acontecerá no período de 8 de março a 21 de maio de 2010, perfazendo nove semanas de trabalho, e acontecerá ao mesmo tempo em todo território nacional. Os grupos de maior risco serão vacinados em etapas. Serão cinco etapas envolvendo, em cada uma, um ou mais de um desses grupos, de acordo com o seguinte cronograma: 

Etapas e grupos selecionadosPeríodo de realização
1ª Etapa8 a 19 de março
Trabalhador de saúde (1)
População indígena aldeada
2ª Etapa22 de março a 2 de abril
Gestante em qualquer idade gestacional
Doentes crônicos
Crianças com idade entre seis meses a menor de dois anos
3ª Etapa5 a 23 de abril
População de 20 a 29 anos
4ª Etapa24 de abril a 7 de maio
População com mais de 60 anos com doenças crônicas
5ª Etapa10 a 21 de maio
População de 30 a 39 anos

Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS/MS


Para alguns grupos alvo que têm como especificidade a faixa etária será solicitada a apresentação de documento de identificação que comprove a idade. Para os portadores de doenças crônicas preexistentes a adesão será de iniciativa do próprio portador da doença, não sendo indicada a exigência de atestado médico para não burocratizar o acesso à vacinação. Já no caso das gestantes, também é esperada a adesão espontânea, confiando-se também na informação verbal da mulher, ou, de outra maneira, o encaminhamento a partir do pré-natal. 

 

 

Maiores informações visite o site http://www.vacinacaoinfluenza.com.br

Fonte: Ministério da Saúde

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